sexta-feira, 22 de julho de 2011

Guiné 63/74 - P8588: O Nosso Livro de Estilo (1): Política editorial do Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné

1. Comentário do Editor/Fundador deste Blogue, Luís Graça, deixado no Poste 8582:


Para os leitores de boa fé, mas às vezes distraídos... LG
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Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné: Política editorial


As opiniões aqui expressas, sob a forma de postes ou de comentários, assinados, são da única e exclusiva responsabilidade dos seus autores, não podendo vincular o proprietário e editor do blogue, bem como os seus co-editores e demais colaboradores permanentes.

O nosso blogue é também uma Tabanca Grande. Originalmente, chamámos-lhe Tertúlia. Tabanca é um termo mais apropriado: nela cabem todos os amigos e camaradas da Guiné.

Neste espaço, de informação e de conhecimento, mas também de partilha e de convívio, decidimos pautar o nosso comportamento (bloguístico) de acordo com algumas regras ou valores, sobretudo de natureza ética:

(i) respeito uns pelos outros, pelas vivências, valores, sentimentos, memórias e opiniões uns dos outros (hoje e ontem);

(ii) manifestação serena mas franca dos nossos pontos de vista, mesmo quando discordamos, saudavelmente, uns dos outros (o mesmo é dizer: que evitaremos as picardias, as polémicas acaloradas, os insultos, a insinuação, a maledicência, a violência verbal, a difamação, os juízos de intenção, etc.);

(iii) socialização/partilha da informação e do conhecimento sobre a história da guerra do Ultramar, guerra colonial ou luta de libertação (como cada um preferir);

(iv) carinho e amizade pelo nossos dois povos, o povo guineense e o povo português (sem esquecer o povo cabo-verdiano!);

(v) respeito pelo inimigo de ontem, o PAIGC, por um lado, e as Forças Armadas Portuguesas, por outro;

(vi) recusa da responsabilidade colectiva (dos portugueses, dos guineenses, dos fulas, dos balantas, etc.), mas também recusa da tentação de julgar (e muito menos de criminalizar) os comportamentos dos combatentes, de um lado e de outro;

(vii) não-intromissão, por parte dos portugueses, na vida política interna da actual República da Guiné-Bissau (um jovem país em construção), salvaguardando sempre o direito de opinião de cada um de nós, como seres livres e cidadãos (portugueses, europeus e do mundo);

(viii) respeito acima de tudo pela verdade dos factos;

(ix) liberdade de expressão (entre nós não há dogmas nem tabus); mas também direito ao bom nome;

(x) respeito pela propriedade intelectual, pelos direitos de autor... mas também pela língua (portuguesa) que nos serve de traço de união, a todos nós, lusófonos.

PS - Defendemos e garantimos a propriedade intelectual dos conteúdos inseridos (texto, imagem, vídeo, áudio...).

Em contrapartida, uma vez editados, não poderão ser eliminados, tanto por decisão do autor como do editor do blogue, mesmo que o autor decida deixar de fazer parte da Tabanca Grande.

Qualquer outra utilização desses conteúdos, fora do propósito do blogue (ou do nosso site na Net), necessita de autorização prévia dos autores (por ex., publicação em livro).

Luís Graça & Camaradas da Guiné
31 de Maio de 2006, revisto em 23 de Abril de 2011
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Editado por  CV

4 comentários:

antonio graça de abreu disse...

Dizes, Luís Graça, e bem:
"(viii) respeito acima de tudo pela verdade dos factos";

Apenas isto.

Quem não respeita a verdade dos factos, quem falsifica a nossa História?

Não são questões de lana caprina.
É, ao falsificar quase tudo, a minha, a nossa presença e dignidade como português, portugueses e militares na Guiné-Bissau, 72/74, que é posta em causa.
Foi uma guerra injusta que nunca desejei, mas que, para o bem e para o mal, faz parte de mim, de nós.
Estive lá, no terreno,72/74 Teixeira Pinto, Mansoa, Cufar,72/74. Está tudo testemunhado num livro que escrevi, o "Diário da Guiné".
Não conspurquem a História da nossa presença final nessa terra sofrida e infeliz chamada Guiné-Bissau. Não gosto de ser insultado, nem que lancem lama sobre Portugal e os portugueses.
Eu não sou importante, mas há mais
40.000 homens que, como eu, partilharam esses tempos.E souberam sair da Guiné de cabeça levantada.

Se os meus caros amigos não entendem o que eu digo, e me falam de opiniões, de diferentes entendimentos da realidade mais do que real, do sexo dos anjos, fiquem pois, todos, muito felizes.

Abraço,

António Graça de Abreu

Anónimo disse...

Camarada António Graça de Abreu.Não
está sózinho.Mesmo não sendo comba_
tente da Guiné,por experiência pró_
pria como ex-combatente de outras
frentes,avalio a sua dor.Portugal ao longo da sua História,esteve
sempre bem servido de Condes Andei_
ros ou de Miguéis de Vasconcelos.
Já para não falar de um outro,que
ainda Portugal não existia,ali prós
lados dos Montes Herminíos,limpou o "sebo" ao chefe,para entregar a
Comunidade inteirinha,aos legioná_
rios romanos.
Alberto Guerreiro.

Jorge Portojo disse...

Devo ser eu que ando fora do contexto. Não entendi o porquê do texto do Luís.Talvez porque há coisas que se passam longe da Tabanca Grande ? Ao Graça Abreu, deve faltar ali um zerinho. Não somos tão velhos assim que só restem 40.000
Um abraço para a Tabanca

Anónimo disse...

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